O Programa de rádio de dom Murilo "Um Novo Céu, Uma Nova Terra" para o dia 28 de junho de 2009, solenidade de São Pedro e São Paulo.
Rádios e Horários em que o programa é veiculado
Rádio Município Dia Hora
Araguaia, AM 970 Brusque Sábado 18h30
Arauto, FM 24,9 Rancho Queimado Domingo 14h30
Camboriú, AM 1.290 Balneário Camboriú Sábado 11h30
Cidade, AM 850 Brusque Domingo 8h
Clube, AM 1.190 São João Batista Domingo 6h30
Clube, AM 1.350 Itajaí Sexta-feira 18h30
Comunitária, FM 98,3 Paulo Lopes Quinta-feira 13h
Comunitária, FM 98,3 Garopaba Sábado/Domingo 7h30/8h
Conceição, FM 105,9 Itajaí Domingo 12h
Cultura, AM 1.110 Florianópolis Sábado/Domingo 12h/13h
Primeira, FM 98,3 Tijucas Sábado/Domingo 12h30/7h30
São Francisco, FM 98,3 Palhoça Domingo 7h
Termal, FM 104,9 Stº Amaro Imperatriz Sábado 18h
Vale das Graças, FM 104,9 Angelina Sábado 12h
Vale, AM 950 Tijucas Domingo 7h30
Do dia 19 junho 2009 a 20 junho 2010 Será o Ano Sacerdotal, com o tema: “Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote”.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
São Pedro: homem de confiança de Jesus
Prof. Felipe Aquino*
A Pedro, Jesus entregou as chaves do Reino dos Céus. Sobre ele (e seus sucessores) edificou a Igreja, prometendo que as forças do inferno jamais a venceriam, e que tudo o que ele ligasse na terra seria também ligado no Céu. Há vinte séculos a História confirma essa verdade. Pedro e seus sucessores são a Cabeça visível da Igreja e sua Pedra de unidade, para manter a ordem e preservação da doutrina deixada por Cristo.
Logo no primeiro encontro que Jesus teve com Simão, olhou fixo em seus olhos e mudou seu nome para Pedro. Para os judeus, isso era o indicativo de uma missão sagrada. “Tu és Pedro, serás chamado Kephas”. Nem mesmo a tríplice negação de Pedro no dia de sua prisão fez Jesus retirar daquele apóstolo o Primado na Igreja. Por isso, os homens também não ousam fazê-lo.
Nenhum dos 265 Papas que a Igreja já teve assumiu o nome de Pedro. Nunca houve o Pedro II. Na verdade, cada um deles representa o mesmo Pedro. Nós o chamamos de Bento XVI, mas Jesus continua a chamá-lo de Pedro: “Tu és Pedro, e sobre ti edificarei Minha Igreja”.
Desde o início, os demais Apóstolos entenderam a missão especial de Pedro, conferida a ele por Jesus, e o respeitaram. Um fato bastante representativo foi o que aconteceu no dia de Pentecostes. Pedro foi quem tomou a palavra para falar ao povo: “Pedro, de pé com os onze, ergueu a voz e assim lhes falou: ‘Homens da Judéia, e habitantes todos de Jerusalém...’” (At 2,14 s). Três mil se converteram na ocasião.
São Pedro foi martirizado em Roma. As escavações realizadas sob a basílica do Vaticano nos últimos decênios, bem como os escritores antigos, confirmam. Os arqueólogos descobriram um túmulo cristão sob a basílica vaticana. Foram encontradas, junto a esse túmulo, numerosas inscrições a carvão, fazendo menção ao Apóstolo Pedro.
Pedro morreu, no ano 67, em Roma, na perseguição de Nero, crucificado de cabeça para baixo, segundo o testemunho de Eusébio de Cesaréia (†300). É por tudo isso que o bom povo católico invoca S. Pedro para obter as graças necessárias. Junto de Deus, ele intercede sem cessar pelos filhos da Igreja.
* Teólogo e apresentador dos programas ‘Escola da Fé’ e ‘Trocando idéias’, na TV Canção Nova www.cancaonova.com
A Pedro, Jesus entregou as chaves do Reino dos Céus. Sobre ele (e seus sucessores) edificou a Igreja, prometendo que as forças do inferno jamais a venceriam, e que tudo o que ele ligasse na terra seria também ligado no Céu. Há vinte séculos a História confirma essa verdade. Pedro e seus sucessores são a Cabeça visível da Igreja e sua Pedra de unidade, para manter a ordem e preservação da doutrina deixada por Cristo.
Logo no primeiro encontro que Jesus teve com Simão, olhou fixo em seus olhos e mudou seu nome para Pedro. Para os judeus, isso era o indicativo de uma missão sagrada. “Tu és Pedro, serás chamado Kephas”. Nem mesmo a tríplice negação de Pedro no dia de sua prisão fez Jesus retirar daquele apóstolo o Primado na Igreja. Por isso, os homens também não ousam fazê-lo.
Nenhum dos 265 Papas que a Igreja já teve assumiu o nome de Pedro. Nunca houve o Pedro II. Na verdade, cada um deles representa o mesmo Pedro. Nós o chamamos de Bento XVI, mas Jesus continua a chamá-lo de Pedro: “Tu és Pedro, e sobre ti edificarei Minha Igreja”.
Desde o início, os demais Apóstolos entenderam a missão especial de Pedro, conferida a ele por Jesus, e o respeitaram. Um fato bastante representativo foi o que aconteceu no dia de Pentecostes. Pedro foi quem tomou a palavra para falar ao povo: “Pedro, de pé com os onze, ergueu a voz e assim lhes falou: ‘Homens da Judéia, e habitantes todos de Jerusalém...’” (At 2,14 s). Três mil se converteram na ocasião.
São Pedro foi martirizado em Roma. As escavações realizadas sob a basílica do Vaticano nos últimos decênios, bem como os escritores antigos, confirmam. Os arqueólogos descobriram um túmulo cristão sob a basílica vaticana. Foram encontradas, junto a esse túmulo, numerosas inscrições a carvão, fazendo menção ao Apóstolo Pedro.
Pedro morreu, no ano 67, em Roma, na perseguição de Nero, crucificado de cabeça para baixo, segundo o testemunho de Eusébio de Cesaréia (†300). É por tudo isso que o bom povo católico invoca S. Pedro para obter as graças necessárias. Junto de Deus, ele intercede sem cessar pelos filhos da Igreja.
* Teólogo e apresentador dos programas ‘Escola da Fé’ e ‘Trocando idéias’, na TV Canção Nova www.cancaonova.com
segunda-feira, 22 de junho de 2009
FESTA NA COMUNIDADE DA SERRARIA
FESTA NA COMUNIDADE NOSSA SENHORA DOS NAVEGANTES E SÃO PEDRO, NA SERRARIA DIAS 27 E 28 DE JUNHO.
TRAGA SUA FAMILIA E VENHA PARTCIPAR.
TRAGA SUA FAMILIA E VENHA PARTCIPAR.
domingo, 21 de junho de 2009
Reunião de Liturgia
Na ultima terça feira de cada mes, nos reunimos em uma de nossas salas as 20:00 hrs.
Você também podera participae
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sábado, 20 de junho de 2009
O Rosário: Orientações e sugestões para a recitação (atualizado)
O Rosário
"contemplar com Maria o rosto de Cristo"
(Joao Paulo II, RVM 3).
Em sua Carta Apostólica sobre o Rosário (Rosarium Virginis Mariae, 16.10.2002), o Papa João Paulo II sugeriu a adaptação da Ave-Maria a cada mistério e, portanto, a cada dezena que rezarmos. Por que essa sugestão? É que no centro da Ave-Maria encontra-se o nome de Jesus. "Ora, é precisamente pela acentuação dada ao nome de Jesus e a seu mistério que se caracteriza a recitação expressiva e frutuosa do Rosário. Já Paulo VI recordou, na Exortação apostólica Marialis cultus [1974], o costume, existente em algumas regiões, de dar realce ao nome de Cristo, acrescentando-lhe uma cláusula evocativa do mistério que se esta a meditar (cf. MC 46). E um louvável costume, sobretudo na recitação publica. Exprime de forma intensa a fé cristológica, aplicada aos diversos momentos da vida do Redentor. E uma profissão de fé e, ao mesmo tempo, um auxilio para se permanecer em meditação, permitindo dar vida a função assimiladora, contida na repetição da Ave-Maria, relativamente ao mistério de Cristo." (RVM 33)
Por ocasião do encerramento do Jubileu do Ano 2000, ao expressar o desejo de que os cristãos passassem a ter "um novo impulso para a vida cristã", o mesmo Papa havia pedido que, em tudo e sempre, nos partíssemos de Cristo (NMI 29). Ao mesmo tempo, desejava que a Igreja fosse, para todos, uma "escola de oração" (cf. NMI 33). Ora, o Rosário tem essas duas características: é uma oração e esta centrada em Cristo, uma vez que cada mistério que contemplamos aponta para um mistério da vida do Salvador.
Voltemos a Carta Apostólica sobre o Rosário: João Paulo II fez um certo numero de recomendações, para que a meditação do Rosário se torne mais profunda: ao ser anunciado o mistério que se medita, convém ouvir uma passagem da Palavra de Deus e ficar em silencio algum tempo, antes de se começar a rezar a dezena.
No Santuário de Lourdes (França), quando se reza o Rosário, na Procissão Luminosa - isto é, na procissão que os peregrinos fazem a noite, com velas acesas, e cada um responde as Ave-Marias em sua própria língua -, essas sugestões foram colocadas em pratica. Os exemplos que relembram os vários mistérios na vida de Jesus.
Fonte: http://www.arquifln.org.br
"contemplar com Maria o rosto de Cristo"
(Joao Paulo II, RVM 3).
Em sua Carta Apostólica sobre o Rosário (Rosarium Virginis Mariae, 16.10.2002), o Papa João Paulo II sugeriu a adaptação da Ave-Maria a cada mistério e, portanto, a cada dezena que rezarmos. Por que essa sugestão? É que no centro da Ave-Maria encontra-se o nome de Jesus. "Ora, é precisamente pela acentuação dada ao nome de Jesus e a seu mistério que se caracteriza a recitação expressiva e frutuosa do Rosário. Já Paulo VI recordou, na Exortação apostólica Marialis cultus [1974], o costume, existente em algumas regiões, de dar realce ao nome de Cristo, acrescentando-lhe uma cláusula evocativa do mistério que se esta a meditar (cf. MC 46). E um louvável costume, sobretudo na recitação publica. Exprime de forma intensa a fé cristológica, aplicada aos diversos momentos da vida do Redentor. E uma profissão de fé e, ao mesmo tempo, um auxilio para se permanecer em meditação, permitindo dar vida a função assimiladora, contida na repetição da Ave-Maria, relativamente ao mistério de Cristo." (RVM 33)
Por ocasião do encerramento do Jubileu do Ano 2000, ao expressar o desejo de que os cristãos passassem a ter "um novo impulso para a vida cristã", o mesmo Papa havia pedido que, em tudo e sempre, nos partíssemos de Cristo (NMI 29). Ao mesmo tempo, desejava que a Igreja fosse, para todos, uma "escola de oração" (cf. NMI 33). Ora, o Rosário tem essas duas características: é uma oração e esta centrada em Cristo, uma vez que cada mistério que contemplamos aponta para um mistério da vida do Salvador.
Voltemos a Carta Apostólica sobre o Rosário: João Paulo II fez um certo numero de recomendações, para que a meditação do Rosário se torne mais profunda: ao ser anunciado o mistério que se medita, convém ouvir uma passagem da Palavra de Deus e ficar em silencio algum tempo, antes de se começar a rezar a dezena.
No Santuário de Lourdes (França), quando se reza o Rosário, na Procissão Luminosa - isto é, na procissão que os peregrinos fazem a noite, com velas acesas, e cada um responde as Ave-Marias em sua própria língua -, essas sugestões foram colocadas em pratica. Os exemplos que relembram os vários mistérios na vida de Jesus.
Fonte: http://www.arquifln.org.br
sexta-feira, 19 de junho de 2009
SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
Comemora-se hoje o Dia do Sagrado Coração de Jesus - 19/06/2009
A Igreja celebra a Festa do Sagrado Coração de Jesus na sexta feira da semana seguinte à Festa de Corpus Christi. O coração é mostrado na Escritura como símbolo do amor de Deus. No Calvário o soldado abriu o lado de Cristo com a lança (Jo 19,34). Diz a Liturgia que “aberto o seu Coração divino, foi derramado sobre nós torrentes de graças e de misericórdia”. Jesus é a Encarnação viva do Amor de Deus, e seu Coração é o símbolo desse Amor. Por isso, encerrando uma conjunto de grandes Festas (Páscoa, Ascensão, Pentecostes, Santíssima Trindade, Corpus Christi), a liturgia nos leva a contemplar o Coração de Jesus.
Este sagrado Coração é a imagem do amor de Jesus por cada um de nós. É a expressão daquilo que São Paulo disse: ”Eu vivi na fé do Filho de Deus, que me amou e se entregou a si mesmo por mim (Gl 2,20). É o convite a que cada um de nós retribua a Jesus este amor, vivendo segundo a Sua vontade e trabalhando com a Igreja pela salvação das almas.
Muitos Santos veneraram o Coração de Jesus. Santo Agostinho disse: “Vosso Coração, Jesus, foi ferido, para que na ferida visível contemplássemos a ferida invisível de vosso grande amor”. São João Eudes, grande propagador desta devoção no século XVII, escreveu o primeiro ofício litúrgico em honra do Coração de Jesus, cuja festa se celebrou pela primeira vez na França, em 20 de outubro de 1672.
Jesus revelou o desejo da Festa ao seu Sagrado Coração à religiosa Santa Margarida Maria Alacoque, na França, mostrando-lhe o “Coração que tanto amou os homens e é por parte de muitos desprezado”. S. Margarida teve como diretor espiritual o padre jesuíta S. Cláudio de la Colombière, canonizado por João Paulo II, e que se incumbiu de progagar a grande Festa.
O Papa Pio XII afirmou que tudo o que S. Margarida declarou “estava de acordo com a nossa fé católica”. Este foi um grande sinal a mais da misericórdia e da graça para as necessidades da Igreja, especialmente num tempo em que grassava a heresia do jansenismo (do bispo francês Jansen) que ensinava uma religião triste e ameaçadora.
O Papa Clemente XIII aprovou a Missa em honra do Coração de Jesus e Pio X, dia 23 de agosto de 1856, estendeu a Festa para toda a Igreja a ser celebrada na sexta-feira da semana subseqüente à festa de Corpus Christi. O papa Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus. Paulo VI disse certa vez que ela é garantia de crescimento na vida cristã e garantia da salvação eterna.
Entre as Promessas que Jesus fez à Santa Margarida está a das Nove Primeiras Sextas Feiras do mês: aos fiéis que fizerem a Comunhão em nove primeiras sextas-feiras de cada mês, seguidas e sem interrupção, prometeu o Coração de Jesus a graça da perseverança final, o que significa que a pessoa nunca deixará a fé católica e buscará a sua santificação. São as chamadas Comunhões reparadoras a Jesus pela ofensa que tantas vezes seu Sagrado Coração é tão ofendido pelos homens.
Pio XII disse: “Nada proíbe que adoremos o Coração Sacratíssimo de Jesus Cristo, enquanto é participante e símbolo natural e sumamente expressivo daquele amor inexaurível em que, ainda hoje, o Divino Redentor arde para com os homens”.
Essas são as Promessas que Jesus fez:
“No extremo da misericórdia do meu Coração onipotente, concederei a todos aqueles que comungarem nas primeiras sextas feiras de cada mês, durante nove meses consecutivos a graça do arrependimento final. Eles não morrerão sem a minha graça e sem receber os SS. sacramentos. O meu coração naquela hora extrema ser-lhe-á seguro abrigo”.
As outras promessas do Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque:
1 - Conceder-lhe-ei todas as graças necessárias ao seu estado.
2 - Porei a paz em suas famílias.
3 - Consolá-los-ei nas suas aflições.
4 - Serei seu refúgio na vida e especialmente na hora da morte.
5 - Derramarei copiosas bênçãos sobre suas empresas.
6 - Os pecadores encontrarão no meu Coração a fonte, oceano infinito de misericórdia.
7 - Os tíbios se tornarão fervorosos.
8 - Os fervorosos alcançarão rapidamente grande perfeição.
9 - Abençoarei os lugares onde estiver exposta e venerada a imagem do meu Coração.
10 - Darei aos sacerdotes a força de comover os corações mais endurecidos.
11 - O nome daqueles que propagarem esta devoção ficará escrito no meu Coração e de lá nunca será apagado.
Fonte: Portal Canção Nova
Local:Brasil
A Igreja celebra a Festa do Sagrado Coração de Jesus na sexta feira da semana seguinte à Festa de Corpus Christi. O coração é mostrado na Escritura como símbolo do amor de Deus. No Calvário o soldado abriu o lado de Cristo com a lança (Jo 19,34). Diz a Liturgia que “aberto o seu Coração divino, foi derramado sobre nós torrentes de graças e de misericórdia”. Jesus é a Encarnação viva do Amor de Deus, e seu Coração é o símbolo desse Amor. Por isso, encerrando uma conjunto de grandes Festas (Páscoa, Ascensão, Pentecostes, Santíssima Trindade, Corpus Christi), a liturgia nos leva a contemplar o Coração de Jesus.
Este sagrado Coração é a imagem do amor de Jesus por cada um de nós. É a expressão daquilo que São Paulo disse: ”Eu vivi na fé do Filho de Deus, que me amou e se entregou a si mesmo por mim (Gl 2,20). É o convite a que cada um de nós retribua a Jesus este amor, vivendo segundo a Sua vontade e trabalhando com a Igreja pela salvação das almas.
Muitos Santos veneraram o Coração de Jesus. Santo Agostinho disse: “Vosso Coração, Jesus, foi ferido, para que na ferida visível contemplássemos a ferida invisível de vosso grande amor”. São João Eudes, grande propagador desta devoção no século XVII, escreveu o primeiro ofício litúrgico em honra do Coração de Jesus, cuja festa se celebrou pela primeira vez na França, em 20 de outubro de 1672.
Jesus revelou o desejo da Festa ao seu Sagrado Coração à religiosa Santa Margarida Maria Alacoque, na França, mostrando-lhe o “Coração que tanto amou os homens e é por parte de muitos desprezado”. S. Margarida teve como diretor espiritual o padre jesuíta S. Cláudio de la Colombière, canonizado por João Paulo II, e que se incumbiu de progagar a grande Festa.
O Papa Pio XII afirmou que tudo o que S. Margarida declarou “estava de acordo com a nossa fé católica”. Este foi um grande sinal a mais da misericórdia e da graça para as necessidades da Igreja, especialmente num tempo em que grassava a heresia do jansenismo (do bispo francês Jansen) que ensinava uma religião triste e ameaçadora.
O Papa Clemente XIII aprovou a Missa em honra do Coração de Jesus e Pio X, dia 23 de agosto de 1856, estendeu a Festa para toda a Igreja a ser celebrada na sexta-feira da semana subseqüente à festa de Corpus Christi. O papa Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus. Paulo VI disse certa vez que ela é garantia de crescimento na vida cristã e garantia da salvação eterna.
Entre as Promessas que Jesus fez à Santa Margarida está a das Nove Primeiras Sextas Feiras do mês: aos fiéis que fizerem a Comunhão em nove primeiras sextas-feiras de cada mês, seguidas e sem interrupção, prometeu o Coração de Jesus a graça da perseverança final, o que significa que a pessoa nunca deixará a fé católica e buscará a sua santificação. São as chamadas Comunhões reparadoras a Jesus pela ofensa que tantas vezes seu Sagrado Coração é tão ofendido pelos homens.
Pio XII disse: “Nada proíbe que adoremos o Coração Sacratíssimo de Jesus Cristo, enquanto é participante e símbolo natural e sumamente expressivo daquele amor inexaurível em que, ainda hoje, o Divino Redentor arde para com os homens”.
Essas são as Promessas que Jesus fez:
“No extremo da misericórdia do meu Coração onipotente, concederei a todos aqueles que comungarem nas primeiras sextas feiras de cada mês, durante nove meses consecutivos a graça do arrependimento final. Eles não morrerão sem a minha graça e sem receber os SS. sacramentos. O meu coração naquela hora extrema ser-lhe-á seguro abrigo”.
As outras promessas do Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque:
1 - Conceder-lhe-ei todas as graças necessárias ao seu estado.
2 - Porei a paz em suas famílias.
3 - Consolá-los-ei nas suas aflições.
4 - Serei seu refúgio na vida e especialmente na hora da morte.
5 - Derramarei copiosas bênçãos sobre suas empresas.
6 - Os pecadores encontrarão no meu Coração a fonte, oceano infinito de misericórdia.
7 - Os tíbios se tornarão fervorosos.
8 - Os fervorosos alcançarão rapidamente grande perfeição.
9 - Abençoarei os lugares onde estiver exposta e venerada a imagem do meu Coração.
10 - Darei aos sacerdotes a força de comover os corações mais endurecidos.
11 - O nome daqueles que propagarem esta devoção ficará escrito no meu Coração e de lá nunca será apagado.
Fonte: Portal Canção Nova
Local:Brasil
quinta-feira, 18 de junho de 2009
ANO SACERDOTAL
O Ano Sacerdotal foi convocado pelo papa Bento XVI para celebrar os 150 anos da morte de São João Maria Batista Vianney, o Santo Cura d'Ars.
Terá início no dia 19 de junho, festa do Sagrado Coração de Jesus e Dia Mundial de Oração pela santificação dos sacerdotes.
Em nosssa Arquidiocese a abertura será também no dia 19 de junho em todas as paróquias. Abaixo alguns subsídios para esta celebração.
• Adoração ao Santíssimo Sacramento na abertura do Ano Sacerdotal
• Solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Abertura do Ano Sacerdotal
O tema escolhido para o Ano Sacerdotal é «Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote». Está previsto que o Papa o abra com uma celebração de Vésperas, em 19 de junho, solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Dia de Santificação Sacerdotal, «em presença da relíquia do Cura de Ars trazida pelo bispo de Belley-Ars», Dom Guy Claude Bagnard, segundo informa a Santa Sé.
O encerramento será celebrado justamente um ano depois, com um «Encontro Mundial Sacerdotal» na Praça de São Pedro.
Durante este Ano jubilar, está prevista a publicação de um «Diretório para os Confessores e Diretores Espirituais», assim como de uma «recompilação de textos do Papa sobre os temas essenciais da vida e da missão sacerdotais na época atual».
Ainda de acordo com o comunicado, durante este ano jubilar, Bento XVI proclamará São João Maria Vianney como “Padroeiro” de todos os sacerdotes do mundo”.
O objetivo deste ano é, segundo expressou o próprio Papa aos membros da Congregação para o Clero, «ajudar a perceber cada vez mais a importância do papel e da missão do sacerdote na Igreja e na sociedade contemporânea».
Outro tema importante no qual se quer incidir, segundo o comunicado da Congregação, é a «necessidade de potenciar a formação permanente dos sacerdotes ligando-a à dos seminaristas».
Terá início no dia 19 de junho, festa do Sagrado Coração de Jesus e Dia Mundial de Oração pela santificação dos sacerdotes.
Em nosssa Arquidiocese a abertura será também no dia 19 de junho em todas as paróquias. Abaixo alguns subsídios para esta celebração.
• Adoração ao Santíssimo Sacramento na abertura do Ano Sacerdotal
• Solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Abertura do Ano Sacerdotal
O tema escolhido para o Ano Sacerdotal é «Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote». Está previsto que o Papa o abra com uma celebração de Vésperas, em 19 de junho, solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Dia de Santificação Sacerdotal, «em presença da relíquia do Cura de Ars trazida pelo bispo de Belley-Ars», Dom Guy Claude Bagnard, segundo informa a Santa Sé.
O encerramento será celebrado justamente um ano depois, com um «Encontro Mundial Sacerdotal» na Praça de São Pedro.
Durante este Ano jubilar, está prevista a publicação de um «Diretório para os Confessores e Diretores Espirituais», assim como de uma «recompilação de textos do Papa sobre os temas essenciais da vida e da missão sacerdotais na época atual».
Ainda de acordo com o comunicado, durante este ano jubilar, Bento XVI proclamará São João Maria Vianney como “Padroeiro” de todos os sacerdotes do mundo”.
O objetivo deste ano é, segundo expressou o próprio Papa aos membros da Congregação para o Clero, «ajudar a perceber cada vez mais a importância do papel e da missão do sacerdote na Igreja e na sociedade contemporânea».
Outro tema importante no qual se quer incidir, segundo o comunicado da Congregação, é a «necessidade de potenciar a formação permanente dos sacerdotes ligando-a à dos seminaristas».
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